Bares e restaurantes paulistas seguem a tradição de servir feijoada às quartas e sábados, peixe às sextas e macarrão às quintas

Prato do dia é uma tradição em bares e restaurantes de São Paulo. Cada dia da semana é dedicado a uma receita. Do mesmo jeito que a feijoada é servida às quartas e aos sábados, a segunda é do virado à paulista, a terça é da dobradinha, a quinta e o domingo são do macarrão e a sexta é do peixe.

Confira abaixo um roteiro com cinqüenta opções para seguir a tradição da cidade durante a semana:

2a. feira é dia de virado à paulista: o prato típico cuja receita é considerada um Bem Cultural de SP Condephaat

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Virado à Paulista: Prato típico de culinária de SP

3a. feira é dia de dobradinha. Restaurantes de São Paulo oferecem receitas tradicionais com feijão branco e outras diferentes, como à parmigiana

dobradinha prato do dia de 3a.

4a. feira é dia de feijoada) Hoje é dia de feijoada

prato do dia feijoada

5a. feira A Tradição da Macarronada é mantida pelos descendentes do imigrantes da Itália e ganhou data certa na semana para ser servida em São Paulo. Quinta-feira é dedicada ao macarrão. Veja dez lugares para provar prato). Quinta-feira é dedicada ao macarrão

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Espaguete com Almôndegas: uma receita muito especial

6a.Feira Seguindo a tradição religiosa portuguesa, paulistanos evitam carnes vermelhas no último dia útil da semana. E na sexta-feira o prato do dia em bares e restaurantes e ó peixe.

peixe prato do dia na 6a.

TRADIÇÃO DE COMER PEIXE NA 6A.FEIRA

A tradição certamente começa com o que a Igreja Católica determina aos fiéis para ass 6as Feiras da Paixão. A sexta que antecede a Páscoa.

Por isso, o hábito de comer peixe na 6a.feira, acabou se estendendo para todas as 6as.feiras do ano em muitos bares e restaurantes de SP

Conheça a origem da tradição de comer peixe na Sexta-feira Santa. Ato simboliza sacrifício para os cristãos

Na liturgia cristã, a Páscoa celebra a ressurreição de Jesus Cristo, três dias após sua crucificação. A data sempre cai em um domingo, mas as atividades começam na Quinta-feira Santa, com a cerimônia de lava-pés. O rito revive a última ceia, quando Jesus, de joelhos, lavou os pés de seus apóstolos. Além da humildade, o ato simboliza a purificação.

ORIGEM
Na Sexta-feira Santa, também conhecida como Sexta-feira da Paixão, Cristo foi condenado, carregou a cruz e foi crucificado. É dia de sacrifícios para os cristãos, em sinal de consternação pela morte de Jesus, e não se deve comer carne vermelha. Isto porque, na época, a carne era artigo de luxo, rara à mesa das pessoas mais pobres. O peixe, por outro lado, era abundante e barato, por isso comum nas refeições dos mais humildes.
Mas comer peixe não significa só adotar a simplicidade. À espelho do que fez Jesus, o ato simboliza também uma penitência. Assim, não basta apenas comer frutos do mar: toda a refeição deve ser simples – além de ser à base de peixe, – e deve-se evitar quaisquer outros prazeres no dia. Na liturgia, a Via Sacra é encenada, revivendo-se os 14 momentos da Paixão de Cristo.

No Sábado de Aleluia, os cristãos refletem sobre a morte de Jesus, e no domingo renovam suas esperanças celebrando a ressurreição de Cristo e a promessa da remissão dos pecados e da vida eterna.

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